No Code


Domingo , 10 de Abril de 2005


Cidade brasileira do Grunge

Santo André no ABC paulista é a cidade grunge do Brasil. com seus 650.00 habitantes, concentra grande insdustrias e isso  faz se asemelhar ainda mais com a cidade de Seattle.Grande bandas cover do grunge são daki.

Escrito por Junior às 12h07 AM
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Sexta-feira , 25 de Março de 2005


O Mudhoney é uma das mais importantes bandas da cena de Seattle, apesar de não ser uma das mais conhecidas. A história do Mudhoney envolve várias outras bandas e projetos antes do início efetivo da banda.

O começo:
A história do Mudhoney começa muito antes da banda ser estabelecida. No início da década de 80 quando Mark Arm formou sua primeira banda, o Mr. Epp and the Calculations. Era uma banda "fantasma" que não compunha músicas ou tocava instrumentos, era uma bagunça generalizada e barulhenta. Muitas vezes, eram feitos posters de shows que nem chegava a acontecer. Essa banda era formada por Mark, Joe Smitty, Tom Wolf e Darren Morey. Eles gravaram uma fita demo que consistia basicamente em na narrativa de uma história com Tom e Joe tocando guitarra, Mark na bateria e participaram de um programa de rádio onde foram apresentados como "Mr. Epp a pior banda do mundo". A banda também chegou a tocar um show de verdade, onde abriu para o Malfunkshun (banda de Andrew Wood).
Ao mesmo tempo, Mark também tocava no The Limp Richards que tinha ainda menos material que o Mr. Epp.

Enquanto isso, o guitarrista Steve Turner tocava com Stone Gossard (futuramente do Pearl Jam) na banda Ducky Boys. Logo que a banda acabou, Steve foi convidado por Alex Shumway para tocar no Spluii Numa que tocava um som pop/punk na tentativa de se tornar popular. O que era exatamente o oposto das protensões do Mr. Epp. Logo Steve saiu da banda e foi finalmente convidado por Mark para tocar no Mr. Epp e Limp Richards que, no entanto, acabaram logo após a entrada de Steve.

Após o fim dessas bandas, Mark, Steve e Alex decidiram formar outra banda. O primeiro passo foi recrutar o baixista Jeff Ament que na época tocava numa banda chamada Deranged Diction. Ele nunca foi um grande fã do Mr. Epp mas já havia trabalhado com Steve e foi convencido a entrar na nova banda, o Green River. Mark queria se concentrar nos vocais, então ele largou a guitarra  que ficou com Steve e Stone Gossard que entrou na banda. Eles tocaram vários shows incluindo um show de abertura para o Dead Kennedys. Em seguida Steve largou a banda por causa de suas diferenças entre ele e ambições musicais de Stone e Jeff. Ele foi substituido por Bruce Fairweather (que tocava com Jeff no Deranged Diction).

O Green River teve relativo sucesso, lançando alguns albuns e fazendo turnês por todo os EUA. Mas ainda assim, a banda se separou, principalmente porque parte da banda queria assinar contrato
com uma grande gravadora enquanto que o resto queria continuar em gravadoras independentes.

Steve, após sua saída do Green River, esteve envovido em uma banda chamada The Thrown Ups, e com o fim do Green River, Mark entrou para essa banda. Stone, Jeff e Bruce, se juntaram ao vocalista Andrew Wood e formavam o Lords of the Wasteland, mais tarde conhecido como Mother Love Bone.

Os outros futuros integrantes do Mudhoney também estavam envolvidos em projetos, Matt Lukin cresceu nas proximidades de Seattle, era amigo de Kurt Cobain e tocava no Melvins. Dan tocava no Bundle of Hiss e por muito pouco tempo chegou a tocar com os Melvins antes de ser convidado por Mark para entrar no Mudhney.

Finalmente Mudhoney:
No dia 1 de janeiro de 1988, Dan, Mark, Matt e Steve se reuniram para formar o Mudhoney. Eles tiraram o nome da banda a partir de um filme do cineasta Russ Meyer. A primera gravação foi com o produtor Jack Endino e no mesmo ano seria lançado o primeiro single a banda pela gravadora SubPop, a música era 'Touch Me I'm Sick' que praticamente definiu o som de Seattle e hoje é considerada pelos críticos como a primeira música Grunge.

O próximo lançamento foi o EP Superfuzz Bigmuff, também pela SubPop. O álbum foi nomeado a partir do pedal de distorção para guitarra favorito da banda. Eles lançaram também um single dividido com o Sonic Youth, o que garantiu a banda uma certa popularidade no underground. A banda saiu em turnê ao lado do Sonic Youth e voltou para o estúdio novamente com Jack Endino para gravar um novo álbum, o primeiro da banda, intitulado apenas Mudhoney. Ao mesmo tempo foi lançado mais um single da música 'This Gift', além de uma cover do Mr. Epp 'Baby Help Me Forget' como b-side.

O Mudhoney tocou com bandas como Nirvana e Tad no festival Ultra Lame Fest da SubPop e saiu em turnê pela Austrália.

Quanto retornaram, Dan chegou a tocar com o Nirvana por um único show. Kurt e Krist queriam Dan na banda, mas não queriam o fim do Mudhoney e então acabaram optando por Dave Grohl. Dave também chegou a tocar no Screaming Trees por um curto período de tempo.

Escrito por Junior às 03h08 PM
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Mudhoney
Formação: Seattle, WA em 1988.

Mark Arm: vocal, guitarra
Steve Turner: guitarra
Guy Maddison: baixo
Dan Peters: bateria

Outros integrantes:
Matt Lukin: baixo



Novamente reunido, o Mudhoney começou as gravações do segundo álbum da banda, Every Good Boy Deserves Fudge no lendário estúdio Egg, com Conrad Uno (proprietário da gravadora Popllama records).

A explosão de Seattle:
Em março de 92, em meio a explosão da cena de Seattle, o Mudhoney também acabou optando por assinar contrato com uma grande gravadora, a escolhida foi a Reprise Records. O álbum Piece of Cake foi lançado e não foi bem recebido pela crítica que considerou que o som mais sujo da banda foi perdido quando eles assinaram com a Reprise.

No fim do ano, o filme Singles foi lançada a trilha sonora do filme Singles, que incluía uma música do Mudhoney, 'Overblown'.

Com a trilha sonora, o Mudhoney ganhou alguma popularidade e saiu em turnê, que chegou a ter o Nirvana como banda de abertura em um show. Assim que a turnê foi finalizada, o Mudhoney estava de volta ao estúdio,
desta vez com produção de Kurt Block da banda Fastbacks. O álbum foi intitulado Five Dollar Mock Cooter Stew e foi uma tentativa de recapturar a energia dos lançamentos anteriores.

Já em 94, a banda novamente saiu em turnê, desta vez abrindo para o Pearl Jam. Em um dos shows, Mark e Steve tocaram algumas músicas com o Pearl Jam e Alex chegou a participar, reunindo o Green River.
Após essa turnê eles retornaram para o estúdio para gravar My Brother The Cow com Jack Endino. O álbum foi lançado no fim do ano juntamente com uma coleção de videoclips intitulada #1 Video in America This Week.
Outra extensiva turnê seguiu o lançamento do álbum, tocando mais alguns shows com Pearl Jam e fazendo shows por toda a América do Norte e Japão. Eles tiveram uma participação do filme Black Sheep, com Chris Farley e David Spade. Todos esses projetos fizeram de 1995 um ano ocupadíssimo para o Mudhoney que a pedido de Steve a banda deu um tempo, parando com as turnês e tocando apenas alguns shows ocasionais em Seattle.

Steve se envolveu em projetos paralelos como o Monkeywrench (com Tom Price do Gas Huffer) e o Fall Outs. Ele também iniciou uma gravadora independente chamada Super Electro, onde ele lançou álbums para bandas como Flop.

Dan esteve envolvido como baterista de algumas bandas da área de Seattle como o Fastbacks, Mark Lanegan, The Deadcoats e J.D. Gilmore.

Mark tocou com Steve no Monkeywrench e no Bloodloss.

A crise e a volta à SubPop:
Na segunda metade de 1998, a banda fez alguns shows, mais uma vez abrindo para o Pearl Jam e iniciou trabalhou na divulgação do álbum Tomorrow Hit Today. A banda fez mais algumas pequenas turnês pelos Estados Unidos e também Japão e Austrália. O álbum recebeu excelentes críticas nos Estados Unidos, mas a banda jamais conseguiu recuperar o prestígio de público e crítica do tempo da SubPop. Após o final da turnê, a banda decidiu dar mais um tempo. Logo em seguida o contrato com a Reprise foi rompido e o baixista Matt decidiu deixar a banda. A banda pensa em terminar mas com a benção de Matt, eles continuam.

Em janeiro de 2000 a SubPop lançou a coletânea March to Fuzz, um CD duplo com as principais músicas da banda e raridades, totalizando 50 músicas. Logo depois a banda volta para a SubPop e toca no Brasil, em 2001. Em 2002, novo disco: Since We've Become Translucent, muito bem recebido pelos fãs e pela crítica. Quem toca baixo no lugar de Lukin é Guy Maddison, ex-Lubricated Goat. Wayne Kramer, ex- MC5, toca baixo na música Inside Job, gravada ainda em 2000.

Alexandre Luzardo
atualizado em 03/2003 por Fabrício Boppré e Natalia Vale Asari

Álbums:
Disco Ano
Superfuzz Bigmuff + Early Singles 1988 (SubPop)
Mudhoney 1989 (SubPop)
Every Good Boy Deserves Fudge 1991 (SubPop)
Piece Of Cake 1992 (Reprise)
Five Dollar Bob's Mock Cooter Stew 1993 (Reprise)
My Brother The Cow 1995 (Reprise)
Tomorrow Hit Today 1998 (Reprise)
March To Fuzz 2000 (SubPop)
Here Comes Sickness 2000 (Varese Records)
Since We've Become Translucent 2002 (SubPop)

Escrito por Junior às 03h07 PM
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 "Do fundo do coração, aos fãs do Nirvana, sinto que tenho de pedir uma só coisa: se algum de vocês, de algum modo, odeia os homossexuais, as pessoas de cor difirente da nossa ou as mulheres, imploro, façam-nos um favor: deixem-nos em paz e vão tomar no cú!, não venham aos nossos shows e não comprem nossos discos."

                                --Kurt Cobain--

"Arrogance plus Ignorance equal Racism"

                        --escrito numa camiseta de Mike McCready do Pearl Jam--

"Se algum antigo fã se sentiu traído com o nosso sucesso é porque não gosta de música, gosta é de seguir as modas"

                       --Ben Sheperd , ex-baixista do Soundgarden--

Grunge: Definição

por Boddah - trecho tirado da revista: NIRVANA- um tributo à banda que mexeu com o planeta

                                                       Grunge. Subst. gíria.1. Sujeira. 2. Um tipo de rock agressivo caracterizado pela guitarra ensurdecedora. 3. Um estilo de moda e aparência jovem marcado pelo desleixo estudado.

-------------The Oxford Dictionary

    A música grunge é uma mistura de metal, pop e punk rock.                                      

    Foi Jon Poneman, um dos responsáveis pelo selo Sub Pop quem provalvelmente batizou assim o som das bandas de Seattle por ocasião do lançamento da histórica compilação Sub Pop 200 ( O Nirvana participava com a faixa Spank Thru), em 1988. Serviu para identificar todo aquele estilo largadão e desleixado, as roupas de lenhador e o visual completamente oposto ao sonho americano yuppie. Dois anos antes, Sonic Youth e a irreverente Butthole Surfers (do Texas) já vinham

desafiando as definições do metal pesado tradicional para uma fusão com o punk.  

  A estrutura básica de notas era repentinamente avacalhadapor urros dissonantes da guitarra. As letras refletiam a total ausência de glamour que estavam à margem do ideal da América. O conceito punk ficou famoso por "três acordes e muito barulho".

Os líderes do movimento grunge, que deu início no final da década de 80 foram Nirvana e Pearl Jam.

O Grunge ainda não se apagou por inteiro: como sempre, seguindo o mesmo vestuário desleixado e as atitudes contra o capitalismo, bandas internacionais ainda tem um pequeno traço grunge dentro de suas músicas, como Bush e Silverchair. Esse ritmo recebe o nome de Scrunge.

Escrito por Junior às 02h49 PM
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A cidade do grunge

A cidade de Seattle se encontra no estado de Washington  no noreste do EUA no costa do pacifico em uma região conhecida como puget sound.Seattle fica a cerca de 182 kilomentros da fronteira com o Canadá e tem uma área de 281km2 e uma população de 600.000 pessoas. Para quem não sabe aqui em Seattle fica a Microsoft do titio Bil Gate e a fabrica de aviões Boeing, os maiores aviões do mundo como o 747 no filme do wesley snipes. O nome da cidade vem do cacique indigena sealt que asilou e ajudou os primeiros colonizadores. Aqui também é a terra dos Supersonics, o famoso time de basquete que quase venceu o maldito Chicago Bulls do Michael Jordan, a outra grande paixão de Seattle são os Seahawlks o time de futebol americano que tem em seu maior rival os 49ers de San Francisco e os Cowboys de Dallas. Claro tambem sem esquecer que aqui é a terra do GRUNGE.

Escrito por Junior às 02h41 PM
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A HISTORIA DO GRUNGE

Por volta de 1um pequeno selo chamado "Sub-Pop" da cidade de Seattle passou a apostar em
algumas bandas de rock daquela região. O que não passava de uma experiência, rapidamente se 
transformou numa fonte muito rentável para os donos desta gravadora. 

Este novo estilo musical passou a ser denominado através de alguns críticos da mídia 
especializada, como Grunge Rock Movement - um termo que apenas algumas bandas envolvidas na cena
gostavam ou sequer compreendiam. 

Com riffs de guitarra muito criativos e letras bastante depressivas, bandas como Nirvana, 
Pearl Jam, Soundgarden e Alice In Chains rapidamente conquistaram os E.U.A. e em seguida todo o 
mundo. 

A primeira banda a se destacar dentro da Sub-Pop foi o Nirvana, sendo logo contratado por uma
grande gravadora (Geffen Records), na qual lançaram o Álbum "Nevermind" (que vendeu mais de 
10 milhões de cópias em todo o mundo) que revolucionou o rock dos anos 90. O primeiro hit deste 
álbum foi "Smells Like Teen Spirit", depois tendo quase todo o álbum estourado nas rádios 
mundiais. 

O Nirvana passou a ser uma referência musical muito forte. As atitudes de seus integrantes 
eram extremamente diferentes de todos os "astros pops". Seus shows eram como ensaios em garagens:
eles não se preocupavam com o que faziam no palco, bagunçavam tudo e quebravam os instrumentos no
final do show... por diversão. Pode se dizer que Kurt Cobain foi o pai do movimento Grunge, 
apesar dele achar que esse lance de Grunge foi pura moda... Ele se vestia com flanelas, calças 
rasgadas etc, pois em sua cidade, Aberdeen, ele não tinha dinheiro para comprar roupas boas e sua
mãe as fazia para ele... depois que se tornou famoso, todo mundo achou que era uma nova "onda"...
O movimento Grunge chegou até as passarelas de Paris... 

Um exemplo da popularidade do Nirvana era o fato de que todas as bandas anunciadas nas 
camisas de seu vocalista Kurt Cobain, logo passaram a serem conhecidas por todos. 

Em seguida, uma banda chamada Pearl Jam alcançou o status de grande banda com o maravilhoso 
Álbum "Ten". "Alive" é o nome da primeira música a se destacar, depois vieram outras como 
"Even Flow", "Jeremy" etc. 

Nos shows do Pearl Jam, a banda apresenta uma vitalidade e dedicação enorme às músicas. Seu
vocalista Eddie Vedder dá um show à parte, pois sempre faz acrobacias subindo nas torres de 
iluminação e dando "Mosh" no público. 

Logo após vieram outras bandas como Alice In Chains, com suas letras e melodias depressivas,
onde se destacou o vocal de Layne Staley e a guitarra de Jerry Cantrell (hoje, fazendo trabalho 
solo e sendo muito reconhecido pelo mundo todo. Ninguém sabe aonde anda Layne Staley, que se 
encontrava em forte crise de drogas (principalmente heroína) e andou sumido por uns tempos, após
gravar o álbum Acústico do Alice In Chains, pela MTV... e já se notava uma tremenda depressão 
nesse álbum, pelas músicas escolhidas e arranjos feitos por eles... basta escutar Frogs e sentir
o peso da depressão no álbum. 

Aparece também Soundgarden, mostrando a inteligência de seu vocalista Chris Cornell e 
Sonic Youth, que conheceu o sucesso depois de mais de 10 anos de estrada. 

Em 1994, um fato que abalou o mundo musical foi o suicídio do líder do Nirvana, pelo fato de
já não agüentar mais tanta popularidade e não saber como lidar com isso. Ele foi encontrado com 
um tiro de riffle na cabeça no chão de sua casa em Seattle, a qual hoje em dia se tornou ponto 
turístico de fãs de várias partes do mundo. Ele deixa uma carta para seu amigo imaginário de 
infância, Boddah, na qual se declara cansado de viver e pede para sua esposa, Courtney, cuidar 
de sua filha Frances Bean Cobain. 

Muitas bandas ainda estão na estrada, algumas mudaram um pouco o seu estilo, caso do 
Pearl Jam, outras continuam do mesmo jeito que começaram como o Alice In Chains, que praticamente
já acabou, pois o "desaparecimento" de Layne Staley fez a banda desintegrar. 988,

Escrito por Junior às 02h04 PM
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Muitas bandas que surgiram nos anos 90 tem em seu estilo, um pouco desse som de Seattle. É o
caso de bandas como Silverchair, Stone Temple Pilots e Bush, só para citar algumas. 

Mesmo tendo passado algum tempo, muitas pessoas ainda curtem o estilo GRUNGE de ser, se 
vestindo com roupas de flanela, calças rasgadas e tênis imundos, sem ligar a mínima para a 
aparência. 

Esta é um pouco da história que sabemos sobre este movimento. Somos parte dele porque 
curtimos todas as bandas citadas acima. Não temos preconceitos contra bandas de outros estilos, 
até gostamos de algumas. Nos identificamos melhor com o GRUNGE por termos a principal 
característica deste movimento: "A simplicidade".

 

dade de Seattle passou a apostar em
algumas bandas de rock daquela região. O que não passava de uma experiência, rapidamente se 
transformou numa fonte muito rentável para os donos desta gravadora. 

Este novo estilo musical passou a ser denominado através de alguns críticos da mídia 
especializada, como Grunge Rock Movement - um termo que apenas algumas bandas envolvidas na cena
gostavam ou sequer compreendiam. 

Com riffs de guitarra muito criativos e letras bastante depressivas, bandas como Nirvana, 
Pearl Jam, Soundgarden e Alice In Chains rapidamente conquistaram os E.U.A. e em seguida todo o 
mundo. 

A primeira banda a se destacar dentro da Sub-Pop foi o Nirvana, sendo logo contratado por uma
grande gravadora (Geffen Records), na qual lançaram o Álbum "Nevermind" (que vendeu mais de 
10 milhões de cópias em todo o mundo) que revolucionou o rock dos anos 90. O primeiro hit deste 
álbum foi "Smells Like Teen Spirit", depois tendo quase todo o álbum estourado nas rádios 
mundiais. 

O Nirvana passou a ser uma referência musical muito forte. As atitudes de seus integrantes 
eram extremamente diferentes de todos os "astros pops". Seus shows eram como ensaios em garagens:
eles não se preocupavam com o que faziam no palco, bagunçavam tudo e quebravam os instrumentos no
final do show... por diversão. Pode se dizer que Kurt Cobain foi o pai do movimento Grunge, 
apesar dele achar que esse lance de Grunge foi pura moda... Ele se vestia com flanelas, calças 
rasgadas etc, pois em sua cidade, Aberdeen, ele não tinha dinheiro para comprar roupas boas e sua
mãe as fazia para ele... depois que se tornou famoso, todo mundo achou que era uma nova "onda"...
O movimento Grunge chegou até as passarelas de Paris... 

Um exemplo da popularidade do Nirvana era o fato de que todas as bandas anunciadas nas 
camisas de seu vocalista Kurt Cobain, logo passaram a serem conhecidas por todos. 

Em seguida, uma banda chamada Pearl Jam alcançou o status de grande banda com o maravilhoso 
Álbum "Ten". "Alive" é o nome da primeira música a se destacar, depois vieram outras como 
"Even Flow", "Jeremy" etc. 

Nos shows do Pearl Jam, a banda apresenta uma vitalidade e dedicação enorme às músicas. Seu
vocalista Eddie Vedder dá um show à parte, pois sempre faz acrobacias subindo nas torres de 
iluminação e dando "Mosh" no público. 

Logo após vieram outras bandas como Alice In Chains, com suas letras e melodias depressivas,
onde se destacou o vocal de Layne Staley e a guitarra de Jerry Cantrell (hoje, fazendo trabalho 
solo e sendo muito reconhecido pelo mundo todo. Ninguém sabe aonde anda Layne Staley, que se 
encontrava em forte crise de drogas (principalmente heroína) e andou sumido por uns tempos, após
gravar o álbum Acústico do Alice In Chains, pela MTV... e já se notava uma tremenda depressão 
nesse álbum, pelas músicas escolhidas e arranjos feitos por eles... basta escutar Frogs e sentir
o peso da depressão no álbum. 

Aparece também Soundgarden, mostrando a inteligência de seu vocalista Chris Cornell e 
Sonic Youth, que conheceu o sucesso depois de mais de 10 anos de estrada. 

Em 1994, um fato que abalou o mundo musical foi o suicídio do líder do Nirvana, pelo fato de
já não agüentar mais tanta popularidade e não saber como lidar com isso. Ele foi encontrado com 
um tiro de riffle na cabeça no chão de sua casa em Seattle, a qual hoje em dia se tornou ponto 
turístico de fãs de várias partes do mundo. Ele deixa uma carta para seu amigo imaginário de 
infância, Boddah, na qual se declara cansado de viver e pede para sua esposa, Courtney, cuidar 
de sua filha Frances Bean Cobain. 

Muitas bandas ainda estão na estrada, algumas mudaram um pouco o seu estilo, caso do 
Pearl Jam, outras continuam do mesmo jeito que começaram como o Alice In Chains, que praticamente
já acabou, pois o "desaparecimento" de Layne Staley fez a banda desintegrar. 

Muitas bandas que surgiram nos anos 90 tem em seu estilo, um pouco desse som de Seattle. É o
caso de bandas como Silverchair, Stone Temple Pilots e Bush, só para citar algumas. 

Mesmo tendo passado algum tempo, muitas pessoas ainda curtem o estilo GRUNGE de ser, se 
vestindo com roupas de flanela, calças rasgadas e tênis imundos, sem ligar a mínima para a 
aparência. 

Esta é um pouco da história que sabemos sobre este movimento. Somos parte dele porque 
curtimos todas as bandas citadas acima. Não temos preconceitos contra bandas de outros estilos, 
até gostamos de algumas. Nos identificamos melhor com o GRUNGE por termos a principal 
característica deste movimento: "A simplicidade".

 

Escrito por Junior às 02h04 PM
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Aqui começara uma nova fase do blog,destinado agora ao movimento rock

e a futura banda que vira para vcs curtirem, e prestem atenção pois esta

trara o rock grunge das cinzas assim como a phoenix fez quando resurgiu do

inferno

Escrito por Junior às 01h56 PM
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Segunda-feira , 11 de Outubro de 2004


Escrito por Junior às 01h28 AM
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Sábado , 07 de Agosto de 2004


ESSES SÃO OS BONITÕES DA BALA XITA.....O BLOG É DEDICADO A ESSES CANDANGOS.

DANIEL O PRIMEIRO DA ESKERDA DA DIREITA WILLIAM........TIAGO.......BOZO.....E EU O JUNIOR E A DE BAIXO É A THAYS

Escrito por Junior às 04h52 PM
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Essas são fotos minhas com minha Namorada....se vcs estavam curiosos..para me ver...estou aqui rsrs

Escrito por Junior às 04h42 PM
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Ae galera olha ke coisa bonita....esse é o Polo Petroquimico de Duque de Caxias, recem inaugurado...se deus kiser estarei trabalhando aqui em 2006.

Escrito por Junior às 04h40 PM
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Sábado , 22 de Maio de 2004


Essa é a nova R1 da uma olhada no traçado da trazeira dela.......ta em formato de V

e esta arrebitadona.....bem melhor do que muitas bundas por ai ......

Escrito por Junior às 08h41 PM
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Paulistas X Cariocas

A rivalidade entre paulistas e cariocas é eterna e antiga. Uma tribo fala que a outra é vagabunda, só vive na praia, e a outra grita que os rivais são estressados demais, só pensam em trabalho e não sabem curtir a vida.

As tribos dos paulistas e dos cariocas estão presentes nas maiores cidades da América Latina. Mas as diferenças começam aí. São Paulo é cosmopolita, cheia de poluição e edifícios enormes, e com uma grande carga cultural por causa de seus famosos museus e exposições.

Rio de Janeiro é toda natureba, cheia de gente bronzeada, praias lindas, alvo de turistas estrangeiros e famosa por seu carnaval. Não dá pra negar que as duas são muito atraentes e é por isso que os paulistas e cariocas brigam tanto. Uma briga sadia, é claro.

Eles tiram onda do vocabulário um do outro. Os cariocas da gema falam arrastado, de um jeito dengoso, puxando bem o R e o S e adoram criar gírias que pegam em todo o país. Se gabam por morarem no estado que mais concentra gente famosa.

Já os paulistas gostam de comer "dois pastel e um chops", falam com sotaque italiano, bem alto tipo "orra meu" e vivem apressados. Até as duas maiores torcidas de futebol do Brasil se concentram nos dois estados, a corinthiana e a flamenguista.

Espaço pra todos

Disputas à parte, o legal disso tudo é que as duas tribos fazem parte do mesmo país, que reúne tantas culturas juntas. Cada um tem seu jeito, mas a alegria do brasileiro está presente entre paulistas e cariocas. Mesmo que de modos diferentes.

 

Escrito por Junior às 08h32 PM
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Domingo , 16 de Maio de 2004


 ESTADO DA GUANABARA

Um repórter me telefona, eu ainda meio tonto de sono, para saber se eu achava melhor que o Distrito Federal fosse incorporado ao Estado do Rio, consideradas todas as razões óbvias, ou se preferia sua transformação no novo Estado da Guanabara. Sem hesitação optei pela segunda alternativa, não só porque me parece que o Distrito Federal constitui uma unidade muito peculiar dentro da Federação, como porque vai ser muito difícil a um carioca dizer que é fluminense, sem que isso importe em qualquer desdouro para com o simpático estado limítrofe. O negócio é mesmo chamar o Distrito Federal de Estado da Guanabara, que não é um mau nome, e dar-lhe como capital o Rio de Janeiro, continuando os seus filhos a se chamarem cariocas. Imaginem só chegarem para a pessoa e perguntarem de onde ela é, o ela ter de dizer: "Sou guanabarino, ou guanabarense"... Não é de morte? Um carioca que se preza nunca vai abdicar de sua cidadania. Ninguém é carioca em vão. Um carioca é um carioca. Ele não pode ser nem um pernambucano, nem um mineiro, nem um paulista, nem um baiano, nem um amazonense, nem um gaúcho. Enquanto que, inversamente, qualquer uma dessas cidadanias, sem diminuição de capacidade, pode transformar-se também em carioca; pois a verdade é que ser carioca é antes de mais nada um estado de espírito. Eu tenho visto muito homem do Norte, Centro e Sul do país acordar de repente carioca, porque se deixou envolver pelo clima da cidade e quando foi ver... kaput! Aí não há mais nada a fazer. Quando o sujeito dá por si está torcendo pelo Botafogo, está batendo samba em mesa de bar, está se arriscando no lotação a um deslocamento de retina em cima de Nélson Rodrigues, Antônio Maria, Rubem Braga ou Stanislaw Ponte Preta, está trabalhando em TV, está sintonizando para Elizete.

Pois ser carioca, mais que ter nascido no Rio, é ter aderido à cidade e só se sentir completamente em casa, em meio à sua adorável desorganização. Ser carioca é não gostar de levantar cedo, mesmo tendo obrigatoriamente de fazê-lo; é amar a noite acima de todas as coisas, porque s noite induz ao bate-papo ágil e descontínuo; é trabalhar com um ar de ócio, com um olho no ofício e outro no telefone, de onde sempre pode surgir um programa; é ter como único programa o não tê-lo; é estar mais feliz de caixa baixa do que alta; é dar mais importância ao amor que ao dinheiro. Ser carioca é ser Di Cavalcanti.

Que outra criatura no mundo acorda para a labuta diária como um carioca? Até que a mãe, a irmã, a empregada ou o amigo o tirem do seu plúmbeo letargo, três edifícios são erguidos em São Paulo. Depois ele senta-se na cama e coça-se por um quarto de hora, a considerar com o maior nojo a perspectiva de mais um dia de trabalho; feito o quê, escova furiosamente os dentes e toma a sua divina chuveirada.

Ah, essa chuveirada! Pode-se dizer que constitui um ritual sagrado no seu cotidiano e faz do carioca um dos seres mais limpos da criação. Praticada de comum com uma quantidade de sabão suficiente para apagar uma mancha mongólica, tremendos pigarreios, palavrões homéricos, trechos de samba e abundante perda de cabelo, essa chuveirada -- instituição carioquíssima restitui-lhe a sua euforia típica e inexplicável: pois poucos cidadãos poderão ser mais marretados pela cidade a que ama acima de tudo. Em seguida, metido em sua beca de estilo, que o torna reconhecível por um outro carioca em qualquer parte do mundo (não importa quão bom ou medíocre o alfaiate, de vez que se trata de uma misteriosa associação do homem com a roupa que o veste), penteia ele longamente o cabelo, com gomina, brilhantina ou o tônico mais em voga (pois tem sempre a cisma de que está ficando careca) e, integrado no metabolismo de sua cidade, vai a vida, seja para o trabalho, seja para a flanação em que tanto se compraz.

Pode-se lá chamar um cara assim de guanabarino?

Vinicius de Moraes, carioca da gema, opina quando da polêmica mudança da capital federal para Brasília.  Uma crônica bem humorada retratando bem o espírito de sua gente e da cidade.

Vinicius de Moraes
Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor", Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1984, pág. 185.

Escrito por Junior às 05h19 PM
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